A falta de investimentos, tempo e recursos aplicados no desenvolvimento de produtos e serviços inovadores restringe bastante a capacidade de crescimento das empresas no Brasil. Isso é o mostrou recentemente o Índice Qualcomm de Inovação da Sociedade (QuISI), estudo realizado pela empresa em parceria com a IDC e divulgado nessa quarta-feira (2/12).
Mesmo com essa situação, o Brasil apresenta grande potencial para inovação, e isso está atrelado diretamente à tecnologia. “Cada vez mais a inovação vai depender da tecnologia”, afirmou Rafael Steinhauser, presidente da Qualcomm para América Latina. O executivo também afirma que a ideia do levantamento é medir o grau de conectividade e inovação do País em relação a outros países, assim como levantar a discussão sobre como o Brasil consome toda essa tecnologia e quais pontos poderiam ser melhorados.
Steinhauser explicou que a pesquisa tem foco especialmente em duas tecnologias específicas: mobilidade e internet das coisas (IoT, na sigla em inglês). “Escolhemos a mobilidade, porque acreditamos que ela é uma tecnologia completamente disruptiva, que transformou nossas vidas, trazendo capacidade de conexão tanto de pessoas quanto para empresas”, afirma. O segundo foco, de acordo com o executivo, foi escolhido para saber em qual nível e a relação do Brasil nesse cenário de tecnologia avançada.
O estudo considerou três verticais para análise: pessoas, negócios e governo - sendo que este último foram entrevistados apenas pessoas que trabalham diretamente com a administração e não funcionários propriamente ditos. O primeiro mostra o papel das pessoas como consumidores de tecnologia, negócios querem apontar o consumo e criação de inovação por empresas, e o governo aponta o papel regulador e incentivador do governo, usando a perspectiva dos que são diretamente influenciados.
fonte: itforum
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